
Há poucos mais de 15 dias das voltas às aulas, os estudantes estavam ansiosos por receber informações sobre a nova gripe, tendo em vista o alto índice de proliferação do vírus nos últimos meses, no Brasil. "Esta palestra serviu para eu esclarecer todas as dúvidas que ainda tinha. O melhor de tudo é que levarei todas as informações que obtive aqui para os meus pais e eles irão repassar para outras pessoas, formando assim um ciclo de informações e, por consequência, de prevenção contra a nova gripe", disse a estudante do 3º ano do ensino médio, Frandenice Moraes.
As palestras estão sendo realizadas por 15 alunos do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional/Técnico em Enfermagem do C.E Gonçalves Dias e pela enfermeira Cinara Rúbia, que trabalha nos Hospitais da Criança e PAM Diamante, pioneiros no atendimento a pessoas que contraíram o vírus A no estado. "Estamos repassando aos estudantes a importância de gestos simples, mas que ajudam a eliminar o vírus, como lavar as mãos com água e sabão e evitar contatos físicos, como abraços e apertos de mão", destacou Cinara Rúbia.
A unidade de ensino já tomou outras medidas de prevenção contra a Influenza A, como, por exemplo, a adaptação dos bebedouros para que os alunos possam tomar água em copos descartáveis. "Aliamos a mobilização teórica à prática para inibir uma possível disseminação do vírus", alertou a diretora do C.E Gonçalves Dias, Maria do Amparo Santos Coelho.
Para a estudante do 3º ano, Thaís Rodrigues, que estuda na turma de educação profissionalizante, é vital que todos que possuam um pouco mais de conhecimento sobre o vírus Influenza A e outros tipos de vírus divulguem quais as medidas de prevenção e quais os sintomas das doenças, para que se possa diagnosticar rapidamente e evitar maiores complicações ao paciente.
A escola distribui ainda panfletos que informam sobre como evitar a Influenza A; de que maneira a doença é transmitida; como o diagnóstico é feito; qual tratamento existente; entre outros.
O número de mortes causadas pela gripe H1N1 no Brasil chegou a 339 na sexta-feira (14). Segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade da nova doença no Brasil é de 0,09 para cada grupo de 100 mil habitantes; sendo assim, de acordo com a nota, o terceiro país com maior número de mortes causadas pela doença no mundo, superado apenas pelos Estados Unidos e pela Argentina, mas à frente do México, epicentro da pandemia global da nova gripe.
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